O jeito PepsiCo de se relacionar com o mundo

14 03 2011

De 7 a 11 de fevereiro deste ano tivemos mais uma edição do Social Media Week, evento que reuniu experts nas áreas de social media e digital com interessados no assunto. Além de participar do evento, tive a honra de ser convidado pela equipe da @agenciaideal para um encontro do Bonin Bough – Diretor Global da área Digital e de Mídias Sociais da PepsiCo, com blogueiros de diversas áreas.

Lá pude conhecer pessoalmente a @carolterra, o próprio Bonin, @edmarbulla (Gerente de Consumer Engagement da PepsiCo BR), @anamariacoelho@formagio, @marthagabriel, @priscilainsera, @upalupa e @samegui. O bate-papo abordou diversos assuntos como  negócios, desenvolvimento da organização, seu programa de sustentabilidade e envolvimento/desenvolvimento com produtores e distribuidores, ações em mídias sociais e posicionamento da companhia perante as novas tecnologias.

Abaixo você acompanha os principais pontos da conversa em alguns destes tópicos que ajudam a direcionar a leitura de acordo com o seu interesse :-).

Social Media Week 2011

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O ex #1 do Google, seus planos e a comunicação

26 02 2011

Eric Schmidt é um executivo de sucesso no mundo das empresas de Tecnologia. Ao longo de sua carreira ocupou posições estratégicas na Novell, Sun Microsystems (hoje Oracle), Apple e, recentemente, Google. Foi ainda conselheiro informal da campanha de Barack Obama à presidência e integra o Conselho de Ciência e Tecnologia do presidente eleito. Ingressou no Google em 2001, como presidente, e sua principal atribuição, mesmo não explícita, era ajudar seus fundadores, Larry Page e Sergey Brin a crescer e se desenvolver para assumir as rédeas do negócio! Isto aconteceu e foi anunciado no último dia 20 de janeiro, conforme o tweet abaixo: “a supervisão de um adulto, dia a dia, não é mais necessária”.

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A voz invade o Twitter

16 02 2011

O Twitter nasceu e ficou muito tempo no anonimato, depois de alguns longos anos virou um BOOM, lá em meados de 2007/08. As pessoas começaram a participar da rede mesmo sem saber muito bem como usar a plataforma. Escrever mensagens em 140 caracteres era (e ainda é) um desafio para muitos.

A plataforma se popularizou bastante no Brasil e EUA, em outros países seu crescimento foi menor. Passou por mudanças, altos e baixos. Baleou muito, ajudou nos protestos contra as eleições no Iran e, recentemente, no Egito. Sua mudança mais radical foi o novo layout que ganhou em 2010. O #newtwitter mudou a forma de apresentar o conteúdo na página, na mesma época chegaram também os tweets e TTs patrocinados. Alguns especialistas dizem que 2011 é o último ano do Twitter, que a coisa, daqui pra frente, vai embora de vez…. É algo a se observar. Verdade que seu uso caiu bastante nos últimos meses. Defende-se que isto aconteceu principalmente em função do rollout de seu novo layout.

Menino_twitter

Alguns serviços que trazem funcionalidades diferentes para o Twitter também foram criados mas, em minha opinião, este universo ainda foi pouco explorado. O TwitLonger foi um dos primeiros a aparecer. Com ele é possível quebrar a barreira dos 140 caracteres, mas sem fugir do texto. O QIK, recentemente adquirido pelo Skype, permitiu que os usuários façam livestreaming direto do celular. A novidade mais “diferente” que surgiu, porém foi o “voice-to-social-media” service. Sim, levar voz ao Twitter.

Mais do que escrever além dos 140 caracteres ou de divulgar um “vídeo”, estes serviços possibilitam a propagação de conteúdo (assim como se propõe a plataforma) porém por voz ao invés de texto. Os primeiros serviços deste tipo também surgiram em 2010 e ajudaram muito a divulgar ao mundo o que acontecia no Iran e no Egito.

Aqui no Brasil o serviço chega de maneira diferenciada pela Nextel, primeira operadora de telefonia a fazer algo do tipo. Hoje o serviço PushtoTweet, ainda exclusivo para o Brasil, sai do “beta”. Por ele, os donos de Nextel poderão publicar mensagens de até um minuto no twitter apenas apertando o botão do rádio de seu aparelho.

O Blog relações conversou por e-mail com Tiago Galli, Diretor de Produtos e Serviços da Nextel Brasil sobre este novo serviço. A principal questão foi o pq da operadora, que ainda sofre na popularização do uso da web por meio de seus aparelhos em função da tecnologia que adota, qual permite a comunicação por rádio, incentivar o uso da voz e não apenas do twitter por texto, maneira como foi concebido.

Galli diz que “A postagem de voz no Twitter é mais uma opção para o usuário se comunicar e permite expressar emoções que muitas vezes não conseguimos passar em um texto. Imagine um artista, um cantor, por exemplo, postando o refrão de uma nova música de trabalho aos seus seguidores em primeira mão? Ou então um jornalista postando uma declaração de um entrevistado importante? São usos diferenciados que só o áudio permite. Além disso, a agilidade no compartilhamento da informação acaba sendo maior com a voz.”.

Este pra mim é o primeiro grande serviço da operadora que aproxima as redes sociais do tipo de tecnologia adotado pela empresa. Vale ressaltar que recentemente a Nextel comprou bandas da rede 3G. Com isto abre-se uma nova frente para popularizar o uso do Nextel ainda mais, principalmente ao juntar o uso do rádio e da rede mais rápida para transferência de dados. Galli disse que a Nextel está ainda em negociação com os fabricantes de aparelhos e atuando com parceiros para o desenvolvimento de uma tecnologia que permita a utilização do serviço de rádio digital em aparelhos 3G e que o objetivo será lançar produtos e serviços inovadores.

Enquanto estas mudanças não chegam, vale a pena testar o novo serviço que promete agilizar a comunicação e troca de mensagens (mais humanas) no Twitter. O assinante Nextel deve acessar a página www.pushtotweet.com.br e fazer um cadastro. Após verificada a compatibilidade do aparelho, basta vincular a conta do Twitter e sair usando! Para você que tem Nextel, veja o convite do Tiago aqui, teste o serviço e depois deixe sua opinião pra sabermos como foi!





O visual do seu site está na moda?

10 02 2011

Você já reparou que os sites estão mudando? Aqui no Brasil ainda nem tanto, mas lá fora uma nova tendência vem ganhando cada vez mais espaço, principalmente entre eles, os designers, que acabam por ditar o “visual” da página da web.

Primeiro tínhamos sites Frankenstein, com tudo, várias páginas, muitas cores, estilos de letra, tamanhos etc…. Passamos por uma orientação; a usar o mesmo tipo de fonte em tamanho bom para web, para leitura em tela, cores mais leves, mais “respiros” ao longo da página. Chegou então a moda de se extinguir a barra de rolagem. O bom mesmo era apresentar tudo num espaço do tamanho da tela, que não fizesse o usuário rolar página abaixo….

Pois bem, é chegado o momento da ressurreição da barra de rolagem, que agora, a moda é ter uma BEEEEEEMMMM pequenininha, com muito conteúdo numa página só. Sim é isto mesmo, mas, mesmo assim, não significa que vc vai transformar seu site em um apocalipse total. Tive primeiro contato com esta “proposta” em uma conversa com o pessoal da @novaaaid no final de semana passado, e resolvi pesquisar mais.

 

A moda é ter tudo numa página só!

A moda é ter tudo numa página só!

No exemplo acima, site do designer britânico Gosling, destaco as duas coisas mais  importantes neste novo estilo de se fazer sites: A barra de rolagem, claro, e o botão “voltar ao topo” que, se não tiver, joga por água o projeto todo. Se vocês acessarem o site dele verão que mesmo com todo o conteúdo na mesma página (apresentação, portfólio, contato, etc) os botões superiores para cada uma das sessões ainda são mantidos, algo fundamental para a organização do visual.

Sim eu concordo com você que este estilo de fazer sites só funciona para alguns casos (até que se prove o contrário). Não vejo portanto uso para blogs, dependendo de sua forma de apresentar conteúdo ou para sites de grandes corporações que tem muita informações e uma infinidade de páginas.

Eu gosto desta tendência e acredito que veremos muitos trabalhos neste sentido daqui pra frente, afinal de contas, tudo que começa lá fora, vem parar aqui. Provavelmente isto tudo vai passar por algumas modificações e adaptações até se consolidar como prática… sé é que podemos dizer que na web existe “certo” e “errado” né?








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