Tem qualquer coisa, pode ser?

24 05 2011

A brincadeira, em cima do novo slogan da Pepsi, pode ser levada para dois lados: Um bom, benéfico, experimental; e outro ruim, pejorativo, desleixado.

O primeiro “pode ser” eu encaro como ver algo novo, experimentar algo diferente, conhecer algo único, coisas que nunca fiz ou experimentei antes, mas que são para agregar conhecimento, aprimorar o que sei, melhorar aquilo que tenho, crescer, me desenvolver…. evoluir!

A segunda forma de encarar o “pode ser” é aquela “ah, tudo bem, pode ser” de jeito chocho, murcho, meia boca… Um OK, se só tem isto, tudo bem, o que vier é lucro, pra mim tanto faz…. Não acho que deva ou possa ser assim. Todos nós temos ambições, queremos chegar a algum lugar, temos objetivos e metas de vida, certo?

Mesmo que não tenhamos isto tudo definido, queremos comprar algo, queremos ter algo, queremos viajar para algum lugar, comprar um CD, um DVD, um gadget, qualquer coisa. Quando pegamos isto e analisamos o pq de uma pessoa fazer faculdade, minimamente significa que ela quer ter um embasamento teórico/atestado (o diploma) de que ela tem capacitação para desenvolver uma determinada função. Pq então algumas pessoas se formam e simplesmente largam da vida profissional? Largam dos desafios profissionais. Aceitam qualquer trabalho, qualquer cargo, qualquer função?

Pra mim isto não faz muito sentido. Estudei 4 anos em uma faculdade, atravessava são paulo para chegar lá. Formado, peguei a chave da mina (o diploma) e parti em busca de El Dorado. El Dorado no sentido de um lugar pleno, de desenvolvimento da profissão, áreas de atuação, equilíbrio entre o profissional e o pessoal e, claro, dinheiro; mas não só e exclusivamente este último. El Dorado, por ser algo “sonhado”. Pq então outras pessoas, iguais a mim, que se formaram na mesma faculdade, tiveram as mesmas aulas, os mesmos professores, as mesmas prova e as vezes até notas melhores do que as minhas, quando pegaram o diploma falaram: “Ah, tem qq trabalho aí? Pode ser!”.

Isso é um desabafo e uma provocação. Mercado de trabalho está SIM em crescimento e expansão, basta se dedicar, se preparar e ir atrás. Pra mim, qualquer coisa “NÃO Pode Ser“. Tem que ser algo bom, legal, diferente. Algo que me faça aprender, crescer, melhorar pois assim conseguirei prover o mesmo para outras pessoas. Mas quem sabe este é o grande tempero da humanidade. Pessoas diferentes que encaram e aceitam as coisas de maneira diferente. Assim sendo; “Tem diversidade, pode ser?” 🙂





#ARPO e a nova forma de se relacionar com a Imprensa

31 01 2011

O Ajude um Repórter (#arpo para os íntimos) é um sistema, se é que podemos assim chamar, para facilitar a interação entre jornalistas e fontes. Funciona de forma fácil, basicamente por meio do Twitter, onde você, jornalista, envia o pedido de fonte pelo site do Ajude um Repórter ou pelo @ajudeumreporter e este pedido é publicado pela conta deles para mais de 10.300 pessoas.

Em recente pesquisa com 500 destes seguidores, Gustavo Carneiro, criador do site, descobriu que 19% dos que solicitaram fontes as encontraram por meio do #arpo. Diferente do que muitos pensam, Gustavo é formado em Relações Públicas e criou o site, que pode se tornar uma rede social de nicho para comunicadores, após muito observar ferramentas e sistemas do exterior voltadas para o relacionamento com a imprensa. O #arpo nasceu em 5/3/2010, “numa noite de sexta-feira”, como diz. Seu crescimento foi constante nestes dez meses de existência, o que o levou aos 10.000 seguidores e a ser usado por diversos veículos da grande imprensa.

#arpo

Em função deste crescimento e da vontade de transformar o Ajude um Repórter em uma ferramenta muito mais completa, Carneiro resolveu lançar uma campanha de crowdfunding pelo Catarse. Seu objetivo é arrecadar R$ 15.000,00 em doações para criar um sistema completo que facilitará a divulgação dos pedidos e o encontro das fontes. Se cada seguidor do perfil doar R$1,50 o valor é facilmente atingido! Eu já doei R$50,00, pra garantir o meu Moleskine personalizado 🙂 e você, vai ajudar? ! Abaixo você vê o vídeo da campanha além de trechos da entrevista concedida por e-mail:

relações: Como e pq surgiu o arpo? Qual foi a sua inspiração?

Gustavo Carneiro: Quantas vezes você já ouviu que a web social deve ser gerida por Relações Públicas? Sem ter que entrar em discussões mais acaloradas, se você observar países em que essa área é mais desenvolvida, verá que a maioria dos RPs de lá estão ajudando a liderar mudanças de percepção muito importantes.

Minha formação é em RP mesmo, mas já havia passado por um curso técnico em eletrônica e quase fui parar em engenharia, até me apaixonar pela comunicação, sempre vidrado em tecnologia e internet.

Em 2009, eu estava na Inglaterra e, quando decidi voltar ao Brasil, comecei a observar onde eu poderia me encaixar depois que retornasse. Redes sociais eram a bola da vez e acabei me deparando com algumas iniciativas de crowdsourcing jornalístico que nasceram nos EUA. O que mais chamou a atenção era que todas foram criadas por RPs que queriam melhorar o relacionamento com a imprensa.

Se eu queria uma oportunidade de empreender comunicação com tecnologia, havia achado um modelo bem interessante. Quando eu finalmente voltei ao Brasil, já pensava em construir uma plataforma com serviços diferenciados, e para testar o conceito passei a prestar o serviço pelo Twitter.

relações: Como o #arpo funciona hoje?

Gustavo Carneiro: O modelo é completamente baseado no Twitter. Basicamente, canalizamos os pedidos da imprensa e facilitamos o contato do repórter com a fonte. Devido a limitações do próprio Twitter, muitas funções que seriam interessantes ainda não são possíveis, e é isso que quero mudar com a nova plataforma.

Hoje, apenas eu opero o serviço. Fico conectado a maior parte do dia para poder dar conta da demanda, que tem crescido bastante nesses 10 meses. Durante um tempo em que precisei me dividir com outras obrigações profissionais, tive duas outra RPs me ajudando com as postagens.

O processo é bem simples. O repórter, blogueiro ou pesquisador entra em contato comigo enviando um simples ‘reply’ ao @ajudeumreporter ou acrescentando a hashtag #arpo na mensagem em que descreve o perfil de fonte ou personagem que procura. Também é possível se comunicar por DM ou, caso não utilize o Twitter, preencher o formulário no site (www.ajudeumreporter.com.br).

Depois que o pedido é publicado, é hora da comunidade agir. Aqui entra toda a graça do crowdsourcing, que é a mobilização da comunidade que nos segue para tentar resolver cada ‘problema’ apresentado. No caso, o problema é encontrar as pessoas que o repórter precisa.

relações: Este novo objetivo do arpo pode ser entendido como um movimento para se criar uma rede social de segmento voltada à Jornalistas, Relações Públicas etc?

Gustavo Carneiro: É possível pensar nisso como uma rede social de nicho, sim. Tecnicamente, é isso mesmo. Porém, a pretensão é dar voz a mais gente, facilitando o contato de outros profissionais e empreendedores com a mídia em geral. Gente que não tem exatamente o conhecimento ou a possibilidade financeira de pagar uma assessoria agora, mas tem muito conteúdo para compartilhar.

Trazer essas pessoas para o contato com a mídia também pode garantir a oferta de conteúdos mais diversos e ricos aos jornalistas. Acredito que cada pessoa viva é especialista em alguma coisa, nos mais variados sentidos, e isso eleva as nossas possibilidades além dos caminhos convencionais.





Jornalista tem limite?

26 01 2011

Sou comunicador, a grande maioria de vocês, leitores, também. Logo, falar sobre responsabilidade em nossas profissões é algo muito complicado. Complicado pois as pessoas tem diferentes entendimentos sobre o que é responsabilidade, assim como a ética… Temos porém algumas linhas centrais para nos nortear, ainda bem!

O segundo post deste blog, antes mesmo dele ser “oficialmente” lançado, recebeu o nome de “…a liberdade de imprensa e a ética jornalística!“. Lá abordei este paralelo e trouxe ainda algumas indagações sobre o código de ética do jornalismo. Vejo agora, momento muito adequado para retomar o debate.

Quase todos os dias me revolto com algumas matérias redigidas pelos coleguinhas. A falta de responsabilidade é imensa, não se trata de jornalismo e sim de sensacionalismo. Infelizmente. Não estou aqui defendendo ou tentando acreditar que existe veículo 100% isento, 100% imparcial, apenas acho que a RESPONSABILIDADE do jornalista deve aumentar.

Em tempo de discussões sobre a regulamentação da imprensa e desastres no Rio de Janeiro vejo material vasto para mais algumas provocações. Se você ainda não leu, recomendo fortemente que veja o Código de Ética dos Jornalistas, que é bem breve, para continuarmos a discussão.

Pois bem, se atentarem para os Art. 2º (I e II), Art. 4º, Art. 6º (VIII) e Art. 12º (I) verão alguns pontos defendidos que são constantemente descumpridos. De novo, não quero o mundo perfeito, mas entendo ser fundamental o respeito e, principalmente, responsabilidade (sim de novo).

Semana passada no caminho para o trabalho escutei a coluna de Carlos Chagas na rádio Jovem Pan e entrei em deleite ao perceber que não era somente eu o descontente com a atual conjuntura de nossa imprensa. Abaixo disponibilizo a íntegra do áudio para verem do que se trata. Caso não consiga ouvir, clique aqui.

http://www.hark.com/clips/kfjdfmzmjb-carlos-chagas-radio-jovem-pan-21-dot-01-dot-11/download

Se quisermos podemos ir muito além do que simplesmente o respeito defendido pelo Chagas e pelo Art. 6º (VIII) do Código de Ética. Jornalistas vem criticando fortemente e pegando no pé dos governos e governantes para que não passem a controlar a mídia ou para que não criem os “conselhos” que tanto se falam.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a imprensa também é livre, assim como aqui, entretanto um jornalista que escreve absurdos, acusa pessoas sem prova ou até as condena antes mesmo da Justiça o fazer (se é que vai fazer) é processado e responde civil e criminalmente por abusos cometidos. As penalidades são altíssimas o que acaba gerando mais responsabilidade por parte deles ao escrever.

A Suzana Singer (Ombudsman da Folha) escreveu em outubro passado, em sua coluna, o texto “O dia em que o Dr. André errou“,  sobre o abuso de seu jornal ao condenar uma pessoa que veio a ser comprovada sua inocência posteriormente. Escreveu ainda que aquele homem “ganhou uma nódoa para sempre em seu currículo”, o que pode ser até pior do que a condenação pela justiça.

Acredito, colegas comunicadores, que precisamos cobrar mais responsabilidade um dos outros e, principalmente dos jornalistas, que tem tamanho poder de disseminação de informações e formação de opinião. Respeito e responsabilidade são fundamentais, não somos apenas fontes ou leitores, somos todos seres humanos!





Métricas do #DiadoRP

20 12 2010

2 de dezembro foi o Dia Nacional das Relações Públicas, data em que os profissionais e estudantes desta área dedicaram a disseminar conhecimento  e apresentar aos seus amigos e conhecidos o que é e o que faz este profissional.

Ao ler as sugestões do @fabioalbukerk sobre “o que fazer” nesta data me dei conta de que seria fundamental mensurar a movimentação da hashtag #DiadoRP no período. Foi então que contatei a equipe do RowFeeder, sistema de mensuração de Hashtags, nomes de usuários e termos para Twitter e Facebook, e eles nos cederam uma conta enterprise para mensurarmos o buzz da tag e também obter diversas métricas sobre como ela foi trabalhada ao longo do dia.

O documento abaixo é resultado das informações colhidas com a ajuda do @rowfeeder e da interpretação dos dados de lá extraídos.

Fiquem à vontade para comentar sobre a análise, solicitar novas informações (na medida do possível compartilhamos elas aqui), baixar e compartilhar a apresentação. Ficaria muito feliz também se me ajudassem a agradecer ao pessoal do @rowfeeder pelo presente que nos deram 🙂





#DIAdoRP, está dada a largada!

2 12 2010

Hoje, 2 de dezembro, é o dia das Relações Públicas, data esta que auxilia na disseminação de informações sobre a profissão, seus profissionais e suas áreas de atuação.

Desde 9 de julho deste ano, dia em que o “relações” veio ao mundo, iniciamos um processo para criar provocações e inquietações com o intuito de incentivar você, leitor, a sair da caixinha, a pensar, refletir, se provocar e crirar, ter ideias e ações novas. Mais do que apenas em Relações Públicas, o intuito é que esta mudança de “enfoque” seja pate da vida, o que, claro, impacta na sua vida profissional.

O primeiro “grande” post que tivemos aqui no relações, até hoje recordista histórico de audiência, foi a história do Fred (personagem de Reynaldo Gianecchini), de Passione (TV Globo), ao ser denominado Relações Públicas! No mesmo instante pedi para a Bruna Maturana (que mais tarde se tornaria colaboradora do blog – apesar de andar meio sumida, né? :-)) e para a Thais Stetner escreverem sobre o assunto. Foi um BOOM de acessos e comentários.

Abrimos a discussão sobre a regulamentação da profissão de MKT que quer englobar como uma de suas ferramentas as RPs, mudamos o foco ao abordar cases de empresas #good no Twitter, apresentei minha opinião sobre o que penso do que é “errado”, falamos sobre perspectivas para os próximos 15 anos (que podem ser aplicadas às RPs). Discutimos novas áreas para atuação de um RP ao falar da importância do atendimento ao cliente para a imagem de uma organização, ao mostrar novas fronteiras para a comunicação. Entrevistamos tuiteiros para saber o pq usam RP em seus nomes, e presidentes de agências de comunicação para saber o que pensam do mercado das RPs.

Esta é a minha forma de valorizar e colaborar para o desenvolvimento da profissão. Além de abordar assuntos aqui no blog com a ajuda das colaboradoras (que agregaram MUITO, como podem ver nos posts acima), critiquei o CONRERP2 e, diante do pedido de um voluntário deles, me coloquei a disposição para ajudá-los no que fosse preciso. Debati com colegas o que podemos fazer e como devemos mudar o “drive” para levar a profissão para um novo patamar.

Ser RP é motivo de muita alegria para mim. Sou plenamente satisfeito com a profissão que escolhi, mas tenho consciência do desafio que temos para colocá-la no patamar que merece. Boas idéias merecem e DEVEM ser espalhadas, por isto fica aqui o convite para você dividir com a gente, nos comentários, o que você faz para valorizar e disseminar as Relações Públicas!





Quando chega a hora de dizer “Tchau”

29 11 2010

Todos nós passamos por isto um dia. Cedo ou tarde, por vontade própria ou alheia, chega um dia que precisamos juntar nossas coisas e dizer “tchau” na empresa em que trabalhamos. A vida é assim, nosso desenvolvimento e crescimento profissional pede isto. Acredito que, seja por bem, seja por mal, mudanças são sempre boas.

Porém algumas pessoas resolvem transformar este tchau em algo diferente, inusitado, que marque o fim da trajetória e a lembrança da passagem. Isto aconteceu comigo recentemente.

A Bia Gagliardo, da empresa em que trabalho, resolveu se desligar. Ela trabalhava no escritório em Brasília e tivemos contato algumas vezes que fui pra lá e outras que ela veio para SP. Em seu último dia de trabalho ela ligou para nosso escritório em SP e se despediu de cada uma das pessoas, agradeceu o aprendizado ao longo dos 6 anos que ficou na organização e partiu.

A surpresa ficou reservada para a segunda-feira seguinte. Quando chegamos no escritório, em nossas mesas tínhamos estas pequenas latinhas (que na foto ficou grandona), com uma mensagem agradecendo o aprendizado e alegria; dentro, mini M&Ms.

Achei a ideia sensacional. Uma maneira alegre descontraída e muito simples de agradecer tudo o que ela viveu na empresa. Sempre que me desliguei de alguma organização, o mínimo que posso fazer é ser grato por aquilo que aprendi, que absorvi em minha estada ali. Ela fez o mesmo, mas de uma maneira muito mais marcante e inusitada.

Para Aline Alves, responsável pela área de gestão de pessoas da Battistella, é normal que os profissionais se preocupem no momento de se desligar de uma empresa para manter o famoso “networking”, propiciando as chances de se receber uma indicação futura além de se manter um bom relacionamento com os “ex” colegas de trabalho.

Já sobre a entrega de um “mimo”, entende ser válida e criativa a ideia, o que ajuda a ser lembrado. Salienta porém que deve-se ter alguns cuidados na escolha do presente, levando-se em conta a abertura e cultura da empresa, bem como o impacto que isto pode gerar. Alves finaliza deixando uma dica:

“Em uma situação de desligamentos, deixe uma boa imagem e agradeça da forma que achar mais apropriada aos colegas que trabalharam com você e que com certeza lhe ajudaram em algum momento, pois uma carreira nunca é construída sozinha.”.

Eu adorei o presente! Nunca tinha visto algo assim e com certeza vou lembrar da Bia por muito tempo! Como Relações Públicas acho que esta foi uma forma bastante criativa de se encerrar um processo, marcando as pessoas e firmando o quão grata ela é a cada uma delas, afinal de contas, dedicou tempo e dinheiro para preparar a surpresa. E você, já passou por situação semelhante?





RP até no nome!

25 10 2010

Estava aqui, olhando meus followers, amigos, conhecidos….. Me chamou a atenção que muitos usam um “rp” na composição de seus e-mails ou nomes do twitter, etc. Resolvi então iniciar uma empreitada para descobrir o pq! Será crise de identidade? rsrs

Mandei alguns e-mails, outras DMs, pra quem não me seguia, o pedido foi aberto mesmo, e muitas respostas interessantes começaram a aparecer. Tem pessoas que optaram por colocar o “rp” no nome para evitar serem confundidas com outros profissionais de comunicação, outros por simples falta de opção e a maioria, para se sentir ou reforçar que fazem parte de um grupo: Os Relações Públicas!

Abaixo eu transcrevi (ipsis literis) algumas das respostas que recebi, mais adiante continuo minha análise.

  • @jumenezesrp – Sensação de pertencimento de um grupo; orgulho..acho que é isso! rsrs ajudei?
  • @belle_rp Pq tudo já tinha e BelleSilva… nossa, tentei várias, mas tudo tinha… Então foi isso mesmo, melhor que 86 … hehe – Essa é a razão… Ou eu colocava “rp” ou teria q fugir do meu “nome/apelido” e como vc bem sabe, eu vivo na pele a emoção de “ser” rp… Logo preferi usar meu nome e o RP… Perfeito!
  • @marcelorp13 – Fala Pedro! Vc diz no nickname? Eu particularmente uso pq não suporto ser chamado de jornalista, marqueteiro. Daí de cara lembram q sou RP
  • @rp_maira Olha, eu quis usar o RP no “nome” do Twitter pra mostrar a minha futura profissão e para valorizá-la! =D
  • @gbarbosarp eu uso o canal twitter, exclusivamente, como uma extensão do meu networking profissional. então, por que usar a sigla “RP” no twitter?
    1 – o twitter não nos dá a chance de escolhermos um nick que de fato é o seu nome. então muitas das vezes temos que recorrer à algumas artemanhas como o underline, nomes abreviados, e algumas outras identidades.
    2 – então, para transparecer a minha identidade, eu uso a minha formação base RP.
  • @crisrpumesp – Então, criei esse e-mail logo q entrei na facul….como os meus sobrenomes são muuuiito comuns: Santos e Silva, era dificil conseguir fazer um e-mail com eles….hihihi. Como tinha (de estudar) e tenho muito orgulho de ser RP do curso (naquela época 5 estrelas) da Metodista, resolvi nomear a conta assim.

Como  podemos observar, os motivos são diversos. O que mais se destaca, porém, é o uso para valorização da profissão e “pertencimento” à um grupo. Acho este motivo nobre. Ao meu ver nossa classe, como é de conhecimento, sofre uma crise de identidade. Todos amamos a profissão mas apenas efetivamente tomamos a linha de frente em sua defesa quando saem coisas como o Fred em Passione ou o Professor da Facamp.

De qualquer forma, achei bem interessante fazer esta pesquisa com as pessoas acima e agradeço a todas pela participação. Você também usa “RP” no seu nome/nick? Conte-nos abaixo o pq! 🙂








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