Métricas do #DiadoRP

20 12 2010

2 de dezembro foi o Dia Nacional das Relações Públicas, data em que os profissionais e estudantes desta área dedicaram a disseminar conhecimento  e apresentar aos seus amigos e conhecidos o que é e o que faz este profissional.

Ao ler as sugestões do @fabioalbukerk sobre “o que fazer” nesta data me dei conta de que seria fundamental mensurar a movimentação da hashtag #DiadoRP no período. Foi então que contatei a equipe do RowFeeder, sistema de mensuração de Hashtags, nomes de usuários e termos para Twitter e Facebook, e eles nos cederam uma conta enterprise para mensurarmos o buzz da tag e também obter diversas métricas sobre como ela foi trabalhada ao longo do dia.

O documento abaixo é resultado das informações colhidas com a ajuda do @rowfeeder e da interpretação dos dados de lá extraídos.

Fiquem à vontade para comentar sobre a análise, solicitar novas informações (na medida do possível compartilhamos elas aqui), baixar e compartilhar a apresentação. Ficaria muito feliz também se me ajudassem a agradecer ao pessoal do @rowfeeder pelo presente que nos deram 🙂

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Ações

Informação

15 responses

20 12 2010
uniRP

Muito bacana a análise, Pedro!

Realmente, era visível a movimentação no twitter por conta do #DiadoRP! Foi muito satisfatório participar e ver a participação assídua de todos!

E ainda mais agora, vendo que as métricas de fato comprovaram!

Parabéns!

Abraço,
Juliana – blog uniRP

20 12 2010
Taís

Muito bacana essa análise, parabéns.
Vale lembrar que a hastag #DiadoRP e “Relações Públicas” ficaram quase que o dia todos nos TTs Br!!

Orgulho da nossa profissão, que possamos continuar ganhando notoriedade tbm no mercado de trabalho e na sociedade!

Abraços.

20 12 2010
Marcus Vinicius Bonfim

Bom trabalho Pedro.

20 12 2010
Alexandre Costa

Pedro,

Parabéns pelo excelente trabalho. Com certeza, a movimentação foi ótima e as métricas só comprovam isso.
Um abraço,
@alexandre_amc

20 12 2010
Gilceana

Jóia, Pedro! Muito bom comprovar nosso esforço no dia. Tomara que esse trabalho na rede tenha trazido maior compreensão do nosso papel. Mas acho que valeu tb pela maior integração da categoria em torno da ideia. Um abraço!

21 12 2010
Cristiane Manzotti

Parabéns!
Grande contribuição!

Obrigada,

@crmanzotti

21 12 2010
Pedro Prochno

Pessoal,

Muito obrigado por terem passado por aqui. Espero que tenham gostado do material e que ele realmente nos ajude a melhorar as comemorações para o ano que vem 🙂

Abraços

Pedro Prochno
@prochno

21 12 2010
anamanssour

Legal, Pedroca!

Um belo levantamento que nos faz perceber que, diferente do que imaginávamos, a profissão é, sim, bem reconhecida, uma vez que foi mencionada por tantas pessoas que não são da área.

Por outro lado, e aproveitando a oportunidade, estava eu outro dia desenvolvendo uma parceria com 2 profissionais de outras áreas (Publicidade & Propaganda e Marketing) e, ao rascunharmos o fluxo que o trabalho teria, quando fiquei surpresa e um tanto chateada quando os dois afirmaram que a minha parte seria “divulgação e assessoria de imprensa”. Tive que dizer que justamente assessoria de imprensa e eventos são dois serviços que ainda não ofereço no leque da Pró.RP, embora, pela demanda, até deva começar em breve.

Eles ficaram tão ou mais surpresos do que eu e, pior, completamente perdidos, porque, então, “não sabiam o que eu fazia, já que sou RP”. Tive que explicar, relacionar, interrelacionar…

Nada contra os RPs que são assessores de imprensa, pelo contrário. Mas fiquei com a nítida sensação que os profissionais de outras áreas evoluíram só um degrau na sua conceituação sobre o que faz um Relações Públicas: de fazedores de eventos para divulgadores de releases…

Ou seja, ao que tudo indica, a questão não é termos ou não a nossa profissão reconhecida, mas sim, termos a nossa profissão compreendida! E lá vem aquela questão de primeiro semestre de curso e que todos os seus amigos e familiares fazem quando você diz que é RP: “O que faz um Relações Públicas?”

A fórmula, portanto, é

SE “X” = “Y” ENTÃO “Z” = EDUCAÇÃO + DIVULGAÇÃO

Onde “X” é Relações Públicas e “Y” é “atividades e funções desconhecidas ou confusas e não exclusivas, e “Z” é a solução, que é uma campanha educativa de amplo alcance no mercado, entre os demais profissionais, NA MÍDIA, e na sociedade.

Desde JÁ me ofereço para compor a equipe que fará essa campanha. Quem vem comigo?

Beijos.

Ana

21 12 2010
Pedro Prochno

Ana,

pontos fundamentais, claro. No Premio POP deste ano o Conrerp2 apresentou uma campanha publicitária que será divulgada no ano que vem justamente para a valorização e “explicação” das Relações Públicas. Particularmente fiquei envergonhado ao ver as peças…. algo incrivelmente confuso!

Como coloquei na análise, acho que o grande ponto de nos fazermos entender é expandirmos o leque do relacionamento. Percebi que muitos RPs se relacionam apenas com outros RPs ou pessoas da área de comunicação, o que não necessariamente é bom!

Estou nas vias de fato de pedir ao Conrerp2 as peças (que já foram apresentadas) para colher opiniões por aí! A resposta deles, claro será negativa, mas não custa tentar, né?

Beijos

Pedro Prochno
@prochno

21 12 2010
Almerissa

Pedro parabéns pela analise!
Tive um incidente na semana do dia 2 e nao acompanhei o POP, o dia do RP, NADA! Mas li o seu blog, gostei da analise.
Um abraco,

Almerissa

22 12 2010
Marcia Ceschini

Ahhh não acredito… finalmente o Conrerp2 fará mídia de massa? Aleluia, senhor hein.

Tomara que o conceito, imagem e tudo mais seja feito por alguém de pp ;D #brinks…

Mas é isso mesmo, com engajamento de todos nós, profissionais, universidades, conselhos, Aberje, ABRP, estudantes a situação sobre o que e como atua do RP irá mudar. Antes tarde do que nunca.

E, Pedro, sei que estou em falta cm as observações pela sua análise. Mas, confiei e está bem resumida e apresentada.

Abraços

22 12 2010
Pedro Prochno

Márcia, obrigado.

Vimos a campanha no prêmio, eles apresentaram lá. Particularmente achei tudo meio perdido, desconexo, falta muita discussão em cima…. Acho que poderiam ter chamado alguns “colegas” para opinar!

22 12 2010
Rodrigo Cogo

A visão estreita de atrelamento de relações públicas com assessoria de imprensa vem da tradução (de livros, de práticas, de cultuamento de autores e profissionais) do que se fazia nos Estados Unidos. E olha que o verbo está no passado (“fazia”) porque mesmo lá o leque tem sido bastante aberto enveredando para o caminho do planejamento estratégico, como vejo continuamente no discurso de palestrantes que vêm para eventos da Aberje, onde tenho participado.

De outro lado, a assessoria de imprensa continua sendo o carro-chefe das agências “de comunicação”, ai em grande parte por requisitação dos contratantes que pensam somente neste tipo de ferramenta acreditando que relacionar-se com a imprensa é o caminho mais curto para relacionar-se com outros públicos (que serão leitores/audiência desta mídia convencional, ou mesmo a online).

Penso que faz parte do processo uma discussão bem ampla em entidades dos contratantes (como Aberje e ABA), em entidades dos fornecedores (como Abracom), em entidades de relações públicas (como ABRP e Conrerp´s), em entidades formadoras de mão-de-obra (Abecom ou diretamente universidades, em cursos de graduação e pós). Mesmo que um dos lados se movimento de maneira adequada (mobilização, campanha dirigida, campanha de massa…), não terá o efeito desejado se toda a engrenagem não rodar junto.

22 12 2010
Carlos Vinícius / sadan

Muito boa a análise e a iniciativa! As mídias sociais têm um papel muito importante na propagação da nossa profissão!

23 12 2010
Gilceana

Pedro e Ana
Tenho uma opinião que, apesar de não definitiva, é bastante firme pra mim. Não gosto da ideia de campanhas massivas para valorização ou divulgação da profissão. Receio pela forma como a msg será recebida e comentada e principalmente pela impressão de que “basta divulgar muito que resolve”, algo que a própria profissão deveria condenar. O caminho que defendo é o do fortalecimento dos cursos de graduação e dos conselhos, com participação mais ativa e responsável das associações de classe em fóruns formais e informais de discussão.. Profissionais mais presentes nessas instituições, supervisão e acompanhamento rigorosos dos estágios pelos professores, atuação conjunta de conselhos e sindicatos das habilitações da área e, por fim, a luta pela disciplina da comunicação em vários cursos de nível superior, sobretudo Administração, Direito e Economia. Um trabalho de intensa articulação para fortalecer relacionamentos e não para marcar territórios de maneira isolada. Tenho tentado colaborar sempre que possível em iniciativas ligadas a esses procedimentos, pois acredito que seus resultados alcançam os empregadores mostrando fatos, e não mensagens publicitárias. Este texto ficou mto longo, acho que já deu pra entender o posicionamento. Disponho-me a continuar o debate aqui ou de outra forma. Grande abraço e parabéns pelo engajamento de sempre à causa que é de todos nós.

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