Comunicação: Receita ou despesa?

27 09 2010

Este deve ser o maior dilema do mundo da comunicação!

Que atire a primeira pedra o comunicólogo que nunca se deparou com um gestor ou organização que pensa que comunicação é despesa e que, por isto, deve ficar em segundo plano!

Não é de hoje que esta história ronda o nosso mundinho. Existem sim muitas pessoas em cargos com poder de decisão que veem a comunicação como despesa, como um custo necessário, mas que não traz retorno algum para a organização. Por outro lado, existem também aqueles que acreditam que a comunicação auxilia na obtenção de resultados concretos, financeiros, além dos “intangíveis”.

Acredito que nós, comunicadores, temos uma bela parcela de culpa por ainda existirem pessoas que pensam que comunicação é custo. Você, ao elaborar um planejamento de comunicação ou ação específica, pensa em conseguir maximizar e facilitar as vendas de sua organização?

Sabemos que a comunicação bem feita e estruturada tem este poder. A Bruna Maturana deu um ótimo exemplo, em seu último post, sobre um público estratégico, que a comunicação deveria se atentar mais, por ter impacto direto nas vendas de uma empresa: os vendedores. Ações simples de capacitação e preparação destes para lidar com o público (assim como preparamos executivos para lidar com a imprensa), tem poder de influenciar diretamente as vendas e, consequentemente, gerar receita.

Infelizmente em nossa sociedade “lucro” acabou virando sinônimo de pecado! Poxa, vivemos em uma sociedade capitalista, e não há mal algum em ganhar dinheiro, desde que seja com ética e de forma sustentável! Tenho a impressão de que a comunicação de muitas organizações foca mais o ganho de imagem (que reflete diretamente no valor de mercado das empresas), do que na efetivação de vendas. Por outro lado, quando atenção é dada a venda, a sede é TANTA que acabamos vendo completos DESASTRES da comunicação, com peças ruins e feias.

Mudar esta visão de alguns gestores, principalmente os de empresas familiares, leva tempo e dedicação. É, porém, nosso dever trabalhar para que isto aconteça. Profissional de Relações Públicas que tem o negócio da empresa em mente ao estruturar seus planos de comunicação, com certeza se destaca e terá cada vez mais sucesso no mercado!

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Bienal de SP – Gil Vicente: excesso ou liberdade de expressão?

24 09 2010

por Lívia dos Santos

Com o objetivo de refletir a relação entre arte e política, a 29ª Bienal de São Paulo abre suas portas ao público amanhã, sábado (25), a partir das 10h. A população ainda não conferiu as obras expostas este ano, mas já foi convidada a reflexão com a polêmica série “Inimigos”, do artista pernambucano Gil Vicente.

As obras que consistem em desenhos feitos a carvão, retrata o próprio autor assassinando importantes figuras públicas, como o ex-presidente FHC, seu sucessor Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva, a rainha da Inglaterra Elizabeth II, o ex-presidente americano George W. Bush e até mesmo o Papa Bento XVI.

Por sua vez, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, Luis Flávio Borges D’Urso, divulgou uma nota em que se coloca contra a exposição dos quadros do artista e ameaçou processar a Fundação Bienal, já que as obras fazem apologia à violência e ao crime.

Essas obras, mais do que revelar o desprezo do autor pelas figuras humanas que retrata como suas vítimas, demonstra um desrespeito pelas instituições que tais pessoas representam, como também o desprezo pelo poder instituído, incitando ao crime e à violência.

Já Gil Vicente comentou que, com essa ação, parece que o País voltou à ditadura e questiona “Qual é o crime maior, criar ficção ou o roubo de dinheiro público dos nossos políticos?”. O fato é que a curadoria da Bienal já anunciou que não vai retirar as obras e que seria um crime contra a liberdade de expressão do artista pernambucano.

Após toda essa discussão, nós queremos saber de você: é a favor da OAB-SP e acredita que as obras realmente passam do limite e incitam a violência ou é a favor da Bienal com a “bandeira” da liberdade de expressão e a celebração do artístico?

Na minha opinião, essa polêmica me deu mesmo é vontade de conferir essa edição e ver de pertinho, não apenas esta, mas todas as obras reunidas este ano. Se você for, passe aqui no blog e conta pra gente! 😉

Agenda:
29ª Bienal de São Paulo
Parque do Ibirapuera – SP
Abertura ao público: 25 de setembro de 2010 às 10h
Encerramento: 12 de dezembro de 2010
Entrada gratuita

Horários de funcionamento
De 2ª a 4ª feira: das 9 às 19h.
5ª e 6ª feira: das 9 às 22h.
Sábado e domingo: das 9 às 19h.





@Folha_ombudsman e Twitter, um caso de amor e ódio!

22 09 2010

Em 4 de julho deste ano a Ombudsman da Folha de S. Paulo, Suzana Singer (no cargo desde 24/04/2010), publicou em sua coluna texto sob o título “A Folha errou; alegria no Twitter”. O texto tratava da “ira” que a Folha sofreu na rede social após publicar, por erro humano, anúncio do Hipermercado Extra lamentando a eliminação do Brasil na copa quando isto ainda não tinha acontecido.

O texto de Singer agride e ataca os usuários da rede. Chama os “tuiteiros” de “espírito de porco” e ainda deu a impressão de que a “fúria do anunciante”, materializado na figura de Abílio Diniz, “patriarca” do Grupo Pão de Açúcar e que respondeu ao erro do jornal pelo próprio Twitter, foi exagerada. (veja o post aqui).

No todo, o texto claramente quer minimizar a reação gerada na rede social. Pretende desqualificar as pessoas presentes ali e dizer que o erro foi bobinho, pequeno, “um tremendo tropeço. Mas só!”.

Domingo, dia 12 de setembro me deparei com o pássaro azul estampado na coluna de Singer novamente, desta vez sob o título “O Ataque dos Pássaros”. Lá fui eu ler o que ela tinha a dizer desta vez e, pra minha surpresa, a critica era direcionada à Folha justamente por ela não ter dado atenção ao que era dito no Twitter.

Acompanhe as palavras da própria Ombudsman:

“Não dá para desprezar essa reação e a Folha fez isso. Não respondeu aos internautas no Twitter e não noticiou o fenômeno. O “Cala Boca Galvão” durante a Copa virou notícia. No primeiro debate eleitoral on-line, feito por Folha/UOL em agosto, publicou-se com orgulho que o evento tinha sido um “trending topic”. Não dá para olhar para as redes sociais apenas quando interessa.
A Folha deveria retomar o equilíbrio na sua cobertura eleitoral e abrir espaço para vozes dissonantes. O apartidarismo -e não ter medo de crítica- sempre foram características preciosas deste jornal.

… Olha só que mudança!

Discurso completamente diferente do exposto na primeira coluna sobre o Twitter. Neste meio tempo Singer deve ter usado mais a ferramenta e aprendido sobre sua dinâmica e, com isto, adequado a sua visão sobre ela. Não dá mais para relevar a ferramenta que se tornou sim uma importante plataforma de comunicação. Errar é humano e também corporativo, mas arrumar o erro e revisar a sua orientação é digno de elogio. Ponto! Só resta agora a Folha manter o perfil defendido no grifo do texto! 😉

ATUALIZAÇÃO

Resposta de Suzana Singer ao post:

folha_ombudsman2:53pm via Web

@prochno Foi inteligente comparar as 2 colunas, mas não são contraditórias, só casos diferentes. Sempre respeitei o twitter, tanto q. entrei

Veja o twitt aqui!





E o lixo eletrônico???

20 09 2010

Que reciclar é Fundamental todo mundo sabe, agora, mesmo sabendo, nem todo mundo faz! Seja pq na sua rua não exista coleta seletiva, seja pq vc mora em prédio e não existe lugar para isto… “n” coisas! Em sustentabilidade difunde-se os “3 Rs” na seguinte ordem: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Sim, nesta ordem específica pois não adianta simplesmente achar que reciclagem resolve o problema do mundo, temos que REDUZIR nosso consumo!

Quando se trata de lixo eletrônico ainda, vixi, aí a coisa vai pro buraco de vez! Reciclar TV, Máquina de lavar, rádio, PILHA! Ô coisa complicada! Pensando nisto resolvi usar o relações para difundir uma informação MUITO útil: locais que eu conheço e que reciclam lixo eletrônico. \o/

Para as pilhas o mais fácil que conheço é o papa-pilhas do Banco Santander (projeto nascido no finado Real), ou as lojas da TIM, que contam com o projeto do mesmo banco!

Para as demais coisas “eletro-eletrônicas”, ou tudo aquilo que você liga na tomada ou usa pilha, basicamente; a solução é dar uma destinação correta enviando para algum lugar que vai reaproveitar o que funciona e reciclar o que não presta!

Abaixo segue dois lugares que sei que fazem isto! Se você souber de mais algum lugar em SP ou em outra cidade, por favor deixe um comentário com as informações básicas de contato que eu vou adicionando aqui! Assim montamos uma base de dados legal sobre o assunto! 🙂

CEDIR – USP

O Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática, recebe material obsoleto, reaproveita o que é possível e o destina para entidades que precisam. O que não pode ser reaproveitado é encaminhado para reciclagem!

Como destinar?

Entrar em contato pelos telefones (11) 3091-6454 / 6455 / 6456 de segunda a sexta das 8h às 18h ou pelo e-mail consulta@usp.br ou cedir.cce@usp.br

Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto, 71 TV3, Cidade Universitária, Butantã, SP – SP

Coopermit

A Coopermit é uma cooperativa de resíduos sólidos e E-lixo (lixo eletrônico). Seguem o mesmo processo do CEDIR, reaproveitando o que é possível reaproveitar e reciclando o que não é! Eles tem inclusive um museu de tecnologia e diversos outros serviços para empresas parceiras!

Como destinar?

É preciso acessar o site da Coopermit (aqui) e clicar no ícone para agendar a retirada do material (link direto aqui).

Endereço: R. Dr. Sérgio Meira, 268 – Barra Funda – São Paulo – SP

Telefone: (11) 3666-0849 – e-mail contato@coopermiti.com.br

Descarte Certo

A Descarte Certo é uma empresa que dá destino sustentável ao material recolhido. Ela faz parcerias com diversas empresas para recolher os mais diversos materias.

Como destinar?

Atuam em São Paulo, e algumas cidades de MG, PR e RJ.

É preciso fazer um cadastro no site para poder solicitar a retirada do material!





5X Favela: Agora por Nós Mesmos!

17 09 2010

Final de semana, programinha a dois, cineminha….. Fila, atraso e sessão lotada! Ô programão! Na hora de comprar ingresso indago “E aí, o que vamos ver agora?”

A resposta, básica de qualquer mulher é: “Á, sei lá!”

Pelo “sei lá” propus: “Vamos ver 5X Favela? Escutei boas criticas sobre o filme, são 5 curtas feitos por comunidades do Rio d’janiero, parecem ser legais!”. Topado, #partiu!

O longa, produzido por Cacá Diegues e Renata de Almeida Magalhães, e composto por 5 curtas, foi premiado 7 vezes no festival de cinema de Paulínia, incluindo os de melhor filme pelos jurados E pelo público, além de ter sido muito aplaudido em Cannes. Trata-se de uma “continuação” do projeto Cinco Vezes Favela de 1962 onde cinco diretores, incluindo o próprio Diegues, subiram os morros para fazer curtas sobre as realidades locais. Desta vez a idéia foi dar às comunidades o papel de “autores” das histórias e suporte de coordenação da equipe de Diegues agregando assim ao nome original o “Agora por nós mesmos”.

Os roteiros foram criados em oficinas de diferentes comunidades do Rio onde participaram inclusive projetos como o Afroreggae e Nós do Morro. A direção também foi feita por cineastas que participaram destas oficinas, assim como atores e a produção.

O filme, que vem na onda de outros tantos nacionais que retratam realidades das comunidades cariocas, traz um enfoque diferente. Aborda a realidade, o dia-a-dia das comunidades, como vivem, o que pensam e fazem e como encaram problemas normais ao cotidiano de qualquer pessoa, independente de sua classe social. Problemas simples e fora da realidade de muitos dos espectadores também são abordados, claro, e nos fazem refletir sobre temas como responsabilidade, escolhas, ideais, valores e, principalmente, ética.

Este é o primeiro post “dica para o fim de semana” do relações. Se ainda não tem programa, veja o trailer do filme abaixo, leia os “resumos de cada história” e divirta-se. Segunda volte para contar o que achou :-).

Fonte de Renda: Maicon, morador de comunidade, entra na faculdade em direito. As diferenças aparecem quando o dinheiro para pagar os livros, materiais e transporte, começa a faltar. O conflito fica por parte do consumo de drogas pelos colegas, de classes altas e é aí que a trama se desenvolve.

Arroz com Feijão: O bê-á-bá de muitas famílias do país: Falta do que comer. Como é aniversário do Pai, Wesley resolve se juntar com um amigo para ganhar uns trocados e comprar um frango para o jantar do pai! O conflito de classes aqui é forte, o conflito com a ética também, mas é um dos meus favoritos!

Concerto para Violino: O mais violento dos curtas, Concerto para violino traz a realidade das guerras nos morros, a “integração” entre polícia e bandido para “bem comum” e resgate dos valores de cada um.

Deixa voar: Entre as próprias comunidades existem diferenças. O filme retrata como elas são trabalhadas e o que é capaz de motivar a “quebra” de conceitos existentes. No papel principal, uma pipa e uma paixão adolescente!

Acende a luz: É o mais divertido dos curtas. Aborda de forma despojada e direta como a falta de luz interfere na vida das pessoas. Mais, como é encarado este problema por quem é responsável por solucioná-lo. Traz valores fortes que caracterizam as comunidades do Rio.





A diferença está no que rege os investimentos!

15 09 2010

Em minha ultima viagem à Brasília li um artigo de Jeffrey D. Sachs, consultor especial para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas (ONU), publicado pelo jornal Valor Econômico em 26/08, que me fez refletir muito até conseguir escrever este post.

Chamado “Crescimento na economia budista” (clique para ler), o artigo relata a viagem que Sachs fez ao Butão (pequeno país da região do Himalaia – Ásia) e o que aprendeu sobre a forma de se investir e de se medir o desenvolvimento do país. O Butão (aprox. 700 mil habitantes) é tipicamente budista, dotado de uma geografia acidentada e de povo bastante pobre composto principalmente por agricultores e pastores. O mais interessante, e alvo desta reflexão, é o como o país mede o seu desenvolvimento, não pelo PIB (produto interno bruto) mas sim pelo GHN (Felicidade Interna Bruta). Isto mesmo, o Butão mede o seu crescimento e desenvolvimento por meio do índice de felicidade da população. Utopia? Para eles, não!

Sachs relata que o GHN é definido por muitos fatores, dentre eles, claro, a satisfação de necessidades básicas como educação, saúde, segurança, infraestrutura, saneamento básico, etc, mas também é definido pela SUSTENTABILIDADE (veja aqui a definição) traduzido em como manter a sua tradicional cultura, igualdade da população, recursos naturais… Com isto o país vem se esforçando muito para poder ganhar dinheiro de forma sustentável e investi-lo de forma igualitária.

Para um país com infraestrutura limitada, e para o qual quase ninguém dá atenção, ao se conquistar o básico se desenvolve muito, o ganho é percebido rapidamente. Desta maneira para que o GHN cresça de forma homogênea, os investimentos e benfeitorias à população também devem ser.

Interessante a reflexão de que não se trata de uma utopia, mas sim de voltarmos no tempo e repensarmos as diretrizes básicas de felicidade. Claro que meu smartphone, meu iPod e notebook me trouxeram felicidade, mas isto pq já vivo em uma sociedade onde tenho as questões básicas citadas acima. Desta forma, como meu padrão de felicidade mudou (e meu padrão não Brasil, mas sim PEDRO pois em nosso país temos realidades piores que as do Butão) dou muito mais valor aos bens materiais individuais do que ao coletivo, à cultura (você não?)! Sachs diz ainda:

“(…) a atitude hiperconsumista à moda dos americanos pode desestabilizar as relações sociais e provocar agressividade, solidão, cobiça e excesso de trabalho à beira da exaustão. O que talvez seja menos reconhecido é como essas tendências se aceleraram nos próprios Estados Unidos nas décadas recentes. Isso pode ser resultado, entre outras coisas, da crescente e implacável investida das relações públicas e publicitárias. A questão de como conduzir uma economia para que produza felicidade sustentável – combinando bem-estar material com saúde humana, conservação ambiental e resistência psicológica e cultural – é a que deve ser abordada em todos os lugares.”

O artigo merece ser lido e relido algumas vezes… pensado…. refletido! Não quero nem 8 e nem 80, mas com ele podemos fazer algumas analogias com nosso cotidiano e mudar algumas formas de agir e pensar. Indo além, quem sabe você, na sua atual posição não consegue canalizar investimentos para que possamos realmente desenvolver o país de forma igualitária, topa abrir mão de algumas mordomias?





A importância do atendimento ao cliente para a imagem da sua empresa

13 09 2010

por Bruna Maturana

Semana passada, fui dar um passeio sozinha pelo shopping. Saí de lá com um rombo na carteira e com um vestido novo, o qual eu não precisava.

E daí?

E daí que motivo para eu ter comprado o vestido (sem contar aspectos tipicamente femininos) foi um só: o vendedor. Era simpático sem ser forçado, e atencioso sem ser chato. Ele ali era a empresa, me convencendo que tudo que eu precisava pra ser mais feliz naquele dia era me endividar e levar aquele vestido, mesmo eu não precisando dele e ele estando totalmente fora do padrão de preço que eu costumo pagar numa roupa.

Quinze minutos depois que eu saí da loja, percebi que eu não precisava daquele vestido, muito menos por aquele preço. De novo, e daí?

E daí que isso me fez pensar na importância do contato físico empresa-cliente. No quanto um colaborador bem treinado e que oferece um bom atendimento é um diferencial decisivo na hora da compra. As empresas gastam milhões nos seus planejamentos de comunicação, com estratégias de relacionamento. Fazem um perfil no Facebook, uma comunidade no Orkut e uma página no Twitter cheia de seguidores. Maravilha. Fora alguns milhões que alguns gastam com softwares de CRM (Customer Relationship Management), que informam o aniversário do cliente, ultimas compras e mandam malas diretas ultra-personalizadas.

Isso é ótimo. Fantástico. Eu como uma boa RP acho isso essencial para toda a empresa. Cada dia mais, sem dúvida. Mas de que vale todo um plano de comunicação bem elaborado e moderno se, ao chegar na loja, ou ao ligar pro prestador de serviço, você não é bem atendido? A verdade é que a internet, e o mundo 2.0, estão deixando o ser humano cada vez mais carente de contato humano. Cada dia o contato com empresas, amigos, colegas e familiares é mais impessoal e online. É agora a hora de as organizações estimularem o corpo-a-corpo. Afinal de contas, não lembro de nenhuma outra ferramenta tão convincente na hora da minha decisão de compra, quanto o papel do vendedor.

A reflexão que eu sugiro nesse post é: na sua empresa, no seu plano de comunicação, vocês ainda se lembram do be-a-bá? Vocês investem em treinamentos pros vendedores? Há algum programa especial para a força de vendas? Há um plano de comunicação interna bacana, que faça os seus colaboradores gostarem de trabalhar na sua empresa e, por consequência, atender bem seus clientes?

Não? Se não, tá na hora de voltar no ponto inicial e revisar tudo. Colaborador que veste a camisa da organização, sem ser chato, é resultado garantido para boa imagem da empresa e, ainda, garante retorno financeiro pro empregador. Invista no seu capital humano. E a partir daí, dê os próximos passos, com mais garantia de sucesso.








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