#blogrelacoes 1 ano – www.blogrelacoes.com.br

8 06 2011

Chegou o grande dia! Hoje, o #blogrelacoes está completando 1 ano de atividades e este não é o único motivo para comemorar. Estamos de casa nova: novo layout, novos autores, promoções… mas uma coisa não muda – nosso canal! Você vai continuar lendo os posts pelo www.blogrelacoes.com.br, recebendo nosso RSS e se comunicando com todo o time de novos colaboradores pela nossa página no Facebook.

Para aqueles que recebem nossos e-mails com as atualizações precisarão se cadastrar novamente para continuar recebendo os pots! Por isso, basta acessar o novo blog em www.blogrelacoes.com.br e se recadastrar na barra do lado direito, exatamente como você fez aqui da primeira vez!

Muito obrigado por ter acompanhado o blog durante esses primeiros 365 dias de vida! Foram exatas 20.039 visitas no período. A nossa intenção é continuar levando conteúdo, experiência e provocações para, juntos, trocarmos mais conhecimento!

Obrigado MESMO pelo apoio até aqui e esperamos continuar contando com vocês nessa nova etapa! Bem vindos (mais uma vez) porque a casa nova é sua!

Obrigado

Pedro Prochno





Um final de semana para a sustentabilidade – Virada Sustentável

3 06 2011

Por Lívia dos Santos

Aqui no #blogrelacoes, vira e mexe a gente dá dicas de final de semana sobre um bom restaurante, um bom filme, um bom programa… dessa vez sugiro um final de semana inteiro com mais de 300 atrações pra vocês escolherem 😉

Neste final de semana acontece em São Paulo a primeira Virada Sustentável. Assim como a Virada Cultural e Esportiva, será uma maratona com várias atividades, todas voltadas para a sustentabilidade para conscientizar a população sobre o tema! A data foi escolhida para celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho.

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O LOBBY, seus Mitos e Verdades

1 06 2011

por Bruna Maturana

Qual é a primeira coisa que vem a sua cabeça quando você ouve a palavra “lobby”? Se a resposta for: políticos corruptos, dinheiro na cueca, propina ou corrupção, esse post é para você.

O fato é que a atividade de lobby é muito mal vista pelos brasileiros, o que pode ser relacionado a falta de esclarecimento e clara definição do que é exatamente esta atividade. Quero, neste post, trazer pontos que ajudem a esclarecer estes pontos “obscuros”.

Vamos começar pela origem da palavra: “Lobby” vem do inglês e significa antessala, hall ou salão. Eram nestes espaços que, segundo historiadores, os agricultores e comerciantes do século XIX ficavam, na tentativa de abordar os parlamentares e conversar sobre seus pleitos, coletivos ou individuais.

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Tem qualquer coisa, pode ser?

24 05 2011

A brincadeira, em cima do novo slogan da Pepsi, pode ser levada para dois lados: Um bom, benéfico, experimental; e outro ruim, pejorativo, desleixado.

O primeiro “pode ser” eu encaro como ver algo novo, experimentar algo diferente, conhecer algo único, coisas que nunca fiz ou experimentei antes, mas que são para agregar conhecimento, aprimorar o que sei, melhorar aquilo que tenho, crescer, me desenvolver…. evoluir!

A segunda forma de encarar o “pode ser” é aquela “ah, tudo bem, pode ser” de jeito chocho, murcho, meia boca… Um OK, se só tem isto, tudo bem, o que vier é lucro, pra mim tanto faz…. Não acho que deva ou possa ser assim. Todos nós temos ambições, queremos chegar a algum lugar, temos objetivos e metas de vida, certo?

Mesmo que não tenhamos isto tudo definido, queremos comprar algo, queremos ter algo, queremos viajar para algum lugar, comprar um CD, um DVD, um gadget, qualquer coisa. Quando pegamos isto e analisamos o pq de uma pessoa fazer faculdade, minimamente significa que ela quer ter um embasamento teórico/atestado (o diploma) de que ela tem capacitação para desenvolver uma determinada função. Pq então algumas pessoas se formam e simplesmente largam da vida profissional? Largam dos desafios profissionais. Aceitam qualquer trabalho, qualquer cargo, qualquer função?

Pra mim isto não faz muito sentido. Estudei 4 anos em uma faculdade, atravessava são paulo para chegar lá. Formado, peguei a chave da mina (o diploma) e parti em busca de El Dorado. El Dorado no sentido de um lugar pleno, de desenvolvimento da profissão, áreas de atuação, equilíbrio entre o profissional e o pessoal e, claro, dinheiro; mas não só e exclusivamente este último. El Dorado, por ser algo “sonhado”. Pq então outras pessoas, iguais a mim, que se formaram na mesma faculdade, tiveram as mesmas aulas, os mesmos professores, as mesmas prova e as vezes até notas melhores do que as minhas, quando pegaram o diploma falaram: “Ah, tem qq trabalho aí? Pode ser!”.

Isso é um desabafo e uma provocação. Mercado de trabalho está SIM em crescimento e expansão, basta se dedicar, se preparar e ir atrás. Pra mim, qualquer coisa “NÃO Pode Ser“. Tem que ser algo bom, legal, diferente. Algo que me faça aprender, crescer, melhorar pois assim conseguirei prover o mesmo para outras pessoas. Mas quem sabe este é o grande tempero da humanidade. Pessoas diferentes que encaram e aceitam as coisas de maneira diferente. Assim sendo; “Tem diversidade, pode ser?” 🙂





Loiras + Pânico na TV + Cerveja = trollagem do século

14 05 2011

Marketing Viral, ou de emboscada, como alguns preferem, é a estratégia de se divulgar um produto ou serviço sem que o hospedeiro (veículo) ou público sejam informados. É uma tática de “guerrilha” usada por algumas empresas para tentar se posicionar ou aparecer junto com suas concorrentes, as vezes até mais do que elas, atrapalhando assim a divulgação planejada do concorrente.

Hoje a Folha de S. Paulo traz com exclusividade uma reportagem sobre “As Tchecas do Brazil”, duas gringas que foram contratadas pela cervejaria CBBP (Companhia Brasileira de Bebidas Premium) para lançar um novo produto, a cerveja Proibida. Na mesma reportagem (que tem continuidade na internet) Alan Rapp, diretor-geral do Pânico na TV, é entrevistado para falar daquilo que pode ser é a maior trollagem sofrida pelo programa.

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The circle of life

8 05 2011

Nossa cultura, forma de vida, organização da sociedade, família, nos preparam para viver o mundo. Uma criança, quando brinca, ensaia a vida e assim, se prepara melhor para ela!

Desta forma, assim como em qualquer sociedade, temos alguns tabus. Posso citar rapidamente o homossexualidade, o sexo e a morte. Os dois primeiros, pode ser que tenhamos que vivenciar ou não, mas o último é a única certeza na vida de qualquer ser vivo. Todos nascemos, crescemos, nos desenvolvemos e morremos. Pq então, quando isto ocorre, é algo tão chocante, tão difícil, tão estranho? Estou passando por isto, o que me faz refletir.

Nossas emoções, num momento como este, se misturam. Temos a saudade da pessoa que se foi, mas também dos bons momentos que passamos juntos. Temos o amor que sentimos por ela, temos a dor da perda, dor esta estranha, que dificilmente se explica. Temos nostalgia, de tudo o que vivemos juntos, enfim, muitas coisas se misturam. Ficamos levemente irracionais, sim, não prestamos muita atenção nas coisas (uma defesa do corpo), ficamos atentos, perdemos o sono, nos comovemos, choramos….

A minha forma de encarar este momento é um pouco diferente da de muitas pessoas. Eu prefiro lembrar das coisas boas que passamos, dos momentos bons, felizes que tivemos, brincar, descontrair, encarar o momento como algo natural (o que de fato é!). Chorar, claro, é natural, ficar triste também, mas será que querer manter as pessoas aqui, conosco, para sempre, não é um pouco de egoísmo de mais? O ciclo da vida é assim, nosso corpo e mente vai envelhecendo, vai ficando limitado, com menos condição de seguir em frente. É hora então de desligar esta máquina perfeita, o corpo, que ainda não conseguimos entender por completo.

O que acontece então? Cada religião tem sua crença, cada povo, os seus ritos, cada pessoa, a sua forma de encarar o momento. Isso precisa ser respeitado, entendido, trabalhado. Falar sobre este assunto é fundamental, ajuda muito na hora em que acontece. Mais do que isto, trabalhar internamente este fato, entender (antes de aceitar) que isto acontece com todos nós já é um caminho. É assim, encerra-se um ciclo, mas muitos outros se iniciam.

Vovó Pipoca, que fazia pudim de leite, biscoito de “pum” com requeijão e que deixava a gente dormir com uma garrafa de vidro de sprite do lado da cama, nos deu tchau hoje. Vovó Pipoca que no auge dos seus 95 anos dizia para seu filho mais novo que ele precisava tomar Gincobilomba (nem sei se é assim que escreve) pois estava muito esquecido. Ela que fazia as contas dos índices financeiros, tudo de cabeça, depois de escutar no rádio, e mandava a gente confirmar o valor que a aplicação dela deveria ter rendido no mês. Dava presente de aniversário, natal e páscoa, dinheiro, pra gente “comprar um sorvete, uma bobagenzinha” com o valor que dava pra comprar a sorveteria inteira.

Fazia algum tempo que sabíamos que isto aconteceria, afinal de conta, 95 anos não é para qualquer um. Fazia um tempo que eu, sem conversar com ninguém, me preparava pra isto. Não sei se foi bom, ruim, acho que só terei certeza depois de alguns anos. Depois de viver o luto (mas sem roupa preta e cara amarrada, coisa da Idade Média). Respeito pelas pessoas a gente tem em vida, não é com uma roupa assim que vou demonstrar o que passamos.

Respeito, amor, saudade, nostalgia, dor…. Isto tudo a gente tem que viver com as pessoas, tem que aproveitar, conversar, abraçar, beijar. Dizer que gosta, ama, sente saudades. Lembrar de histórias, momentos únicos e bons, respeitar e ser respeitado. Afinal de contas “o que se leva da vida, é a vida que se leva….” por isto, eu vou levando a minha da melhor maneira possível 🙂

Um beijo, minha Vó!





Oportunidades que não podemos perder – Barack Obama X Bin Laden

2 05 2011

Existem algumas oportunidades que jamais podemos perder. Para a comunicação esta máxima é mais verdadeira ainda. São momentos únicos, pequenos e delicados que podem fazer total diferença na conquista de um objetivo comum. Isto aconteceu hoje, 1o de maio de 2011, domingo a noite. Tudo começou com este pequeno twitt:

Barack Obama faria um discurso à nação. Nada de novo, não fosse a surpresa disto acontecer sem antecedência e tarde da noite em um domingo, mesmo nos EUA. Algo importante estaria por vir. Logo os canais de TV internacionais começaram a especular e ativar suas fontes. A informação dava conta de que Osama Bin Laden, líder da rede terrorista internacional, Al-Qaeda, estava morto. Esta seria, desde 11/9 2001, a maior vitória dos EUA, mais do que a captura e execução de Saddam Hussein.

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Tendência X Sustentabilidade: A crise da Arezzo

19 04 2011

Por Lívia dos Santos

Apesar dos comentários terem começado com a publicação no Facebook na quarta, 13, do convite para o lançamento da colação “Pelemania”, foi ontem – segunda- feira – que a situação ganhou mega proporções. A @arezzo_, marca consolidada no mercado de sapatos, bolsas e acessórios femininos, virou o centro das atenções de um debate que tomou conta da internet, mais especificamente das redes sociais: o uso de peles verdadeiras de animais em suas peças.

Imagino que todos leram e acompanharam toda a história, desde a primeira posição da @arezzo_ em deletar os comentários em sua fan page no Facebook, passando pelos trending topics com as hashtags #arezzo, #arezzofail, #pelemania e outras menções entre os assuntos mais comentados do Twitter, até chegar ao ponto máximo, quando a empresa resolveu finalmente responder as centenas de comentários e publicou um comunicado em seus perfis nas redes sociais e no seu site oficial  mencionando a retirada dos produtos das lojas.

Bom, eu vou deixar de lado o fato de eu ser totalmente contra o uso de pele de animal e vou falar como Relações Públicas – pelo menos vou tentar rs! Então, vamos lá: o mundo inteiro está falando sobre sustentabilidade e as empresas estão criando campanhas socialmente responsáveis para mostrar sua preocupação com o planeta. Isso reflete a importância dos valores intangíveis para as marcas que buscam cada vez mais fidelizar seus consumidores, porque hoje em dia qualidade e preço os concorrentes diretos também têm ou podem alcançar, mas políticas institucionais que são realmente colocadas em prática, isso é para poucos.

Agora pense na @arezzo_ e sua declaração: “Um dos nossos principais compromissos é oferecer as tendências de moda”. Então eu pergunto: até onde vale oferecer essa tal tendência (e claro, lucrar) quando afeta certos valores como ética e vai contra esse movimento mundial de responsabilidade socioambiental? Eles mesmos admitem que é um “debate de uma causa tão ampla e controversa”. O que quero dizer é, como bem disse @marcogomes, “nem precisa pensar se é ‘certo ou errado’ usar pele de animal. Do ponto de vista de marketing não se faz esse tipo de lançamento”.

Puxando a sardinha pra nossa profissão, do ponto de vista de Relações Públicas também não! Imagina criar ações de relacionamento para lançar um produto que – nem precisa fazer pesquisa – já mostra que irá movimentar causas e partidarismos? Isso afeta toda a cadeia de públicos: do consumidor final ao investidor da marca e cada um pensa de uma forma e reage de uma forma.

Eles toparam o desafio e bancaram a coleção. Publicou em suas redes sociais – meio mais rápido de propagação de conteúdo e ideias. Foi então que começaram os desabafos dos clientes e o que a empresa fez? Assobiou! Será que existe na empresa um responsável por social media? Se sim, ele sumiu! Aquela velha lição: se não está preparado para estar nas mídias sociais e receber críticas, então repense sua estratégia porque pode voltar-se contra a sua marca foi justamente o que aconteceu. 

O erro não terminou aí! A empresa demorou muito tempo para se posicionar, o que permitiu toda a proliferação da confusão, chegando a grande imprensa com matérias em veículos como Folha de S. Paulo, Estadão, Exame e por aí vai.   

No final das contas, o departamento de marketing e a assessoria de comunicação da @arezzo_ estão lidando com uma bela crise de imagem. Mas correr agora pra um RP achando que ele fará milagres, eu acho um equívoco. Sim, é preciso um Relações Públicas e um plano de gerenciamento de crise, mas antes de tudo, acredito que a marca tem que repensar em seus princípios e valores daqui pra frente e sempre agir pautados por eles. Além disso, a situação manchou a reputação da empresa, algo dificílimo de construir, e que abalou a confiança dos consumidores em geral, dos “brand lovers” (fiéis à marca) e da sociedade. Com certeza isso irá refletir nas vendas (pelo menos em curto prazo).

Agora sem contar o debate se é certo ou não o uso de pele, o que você achou da posição da @arezzo_ em relação à comunicação? Do modo como respondeu a enxurrada de comentários na internet? Como acha que a @arezzo_ pode reverter sua imagem e reputação frente à sociedade? O que vale mais pra você: seguir uma tendência ou pensar de modo sustentável? Conta pra gente 😀








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